
É interessante como o amor se manifesta de formas diferentes, dependendo de quem a gente ama. Amor de pais é um, de irmãos é outro, de amigos é outro, e por aí vai. Mas o que eu vou me referir a seguir é o amor que não nasce com a gente, que surge quando conhecemos alguém e o nosso coração bate mais forte em sua presença.
Esse amor é o paradoxo sobre o qual mais se fala e se tenta entender. Minhas reflexões nunca obtiveram grande sucesso nesse aspecto, permaneço sem compreender suas contradições. Isso me traz a expor, aqui, minhas indagações.
Como pode ser o problema e a solução, ao mesmo tempo? Viver sem amor não é viver; amar sem nunca sofrer é improvável. Amor faz doer quando não é correspondido, quando está desgastado, quando está coberto de insegurança. E como, como evitar que o tempo o danifique, que as feridas abertas impeçam a gente de se entregar novamente?
Amar é bom, é louco; pode ser perigoso e arriscado. E a gente não desiste do amor.
No fim das contas, o que vale a pena viver intensamente e tentar. E se permitir AMAR.
Perfeitas palavras, o amor e seus pós e contras !
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